21.7.17

ETAPA 18

Tinha tudo para ser a etapa rainha desta Volta a França. Era a última chegada em alto (e bem alto…), e os primeiros lugares estavam pendente de segundos. Porém, a Sky impôs a sua lei, e, mantendo Froome bem seguro na liderança, não permitiu grandes aventuras à concorrência. O Izoard já passou, e agora só um imprevisto impedirá o britânico de comemorar pela 4ª vez nos Campos Elísios.
Uma fuga que chegou a ter mais de 8 minutos de vantagem parecia ditar o desfecho da etapa, mas Warren Barguil, vindo de trás, mostrou novamente a sua força, e impôs-se no Izoard – vencendo pela segunda vez neste Tour, garantindo a classificação da montanha, e deixando a sensação de que, não fora o azar da oitava etapa, estaria na luta pelos primeiros lugares.
Aru foi o maior derrotado do dia, perdendo mais de um minuto para o camisola amarela, e dizendo adeus ao pódio.
Tudo parece decidido: amarela para Froome, verde para Matthews, bolinhas para Barguil, branca para Yates, equipas para Sky, pódio para Uran e Bardet. Mas, enquanto houver estrada…

20.7.17

ETAPA 17

De uma etapa de tinha Croix de Fer, Telegraph e Galibier, e à partida da qual as diferenças entre os primeiros eram tão reduzidas, esperar-se-ia certamente outro tipo de espectáculo.
Por incapacidade de uns (Aru andou pendurado durante o Galibier, e acabou por ceder tempo), e desinteresse de outros (Froome limitou-se a controlar, acabando ainda por bonificar na chegada), esta tirada resumiu-se a mais uma tentativa (louve-se!) de Contador para deixar a sua marca nesta edição, e a alguns fogachos de Bardet no grupo principal. E, claro, a uma excelente vitória do esloveno Primoz Roglic – que chegou tarde ao World Tour, mas demonstra qualidades inegáveis.
Sorrisos de Froome (maior vantagem e mais perto de Paris), e desilusão de Aru (que cai para o quarto lugar). Rigoberto Uran subiu ao segundo posto, e tratando-se de um razoável contra-relogista, parece ser, neste momento, a maior ameaça ao britânico. Quem diria?
Destaque ainda para a queda e abandono de Marcel Kittel, que deixa a camisola verde praticamente entregue a Matthews.

19.7.17

ETAPA 16

Aconteça o que acontecer até final deste Tour, uma certeza temos: a organização, Christian Prudhomme, e quem desenhou o percurso, estão de parabéns.
Na verdade, quando muitos desconfiavam de uma corrida quase sem contra-relógios, e quase sem chegadas em alto (eu próprio esperava para ver…), o facto de não se cavarem grandes diferenças de tempo entre os principais favoritos, bem como as próprias características de cada etapa, e a sequência escolhida, estão a fazer deste Tour um dos melhores de que me lembro. Todos os dias acontecem coisas, e cada momento conta.
Desta vez foi o vento, as constantes tentativas de abanico, e novamente gente a ficar para trás (no caso, Dan Martin, Contador e, já antes, Kittel). Aru também tremeu, mas não caiu.
Na meta, e num grupo muito reduzido, Michael Matthews fez a dobradinha, voltando a vencer, e reentrando na luta pela classificação por pontos (mais um factor de animação, quem sabe, até Paris).

17.7.17

CLASSIFICAÇÃO GERAL AO 2º DIA DE DESCANSO












1º FROOME
2º Aru a 0,18
3º Bardet a 0,23
4º Uran a 0,29
5º Martin a 1,12
6º Landa a 1,17
7º Yates a 2,02
8º Meintjes a 5,09
9º Contador a 5,37
10º Caruso a 6,05
11º Quintana a 6,16

ETAPA 15

Em etapa marcada por uma longa e numerosa fuga, a nota de maior destaque na luta pela classificação geral vai para a quebra (definitiva) de Nairo Quintana – que dois dias antes tinha regressado ao lote de candidatos ao triunfo. Agora nada mais poderá salvar o colombiano, a não ser, talvez, uma vitória numa das etapas alpinas. A estratégia de correr Giro e Tour revelou-se fracassada. Não ganhou uma nem outra, e não parece em condições de abordar a Vuelta com grande ambição.
Froome viveu dois momentos aflitivos quase consecutivos, primeiro quando se viu na segunda metade de um grupo cortado ao meio, e depois, mal acabara de recuperar, quando furou, ao mesmo tempo que a AG2R de Bardet impunha forte ritmo na frente do grupo principal. Recuperou, manteve a amarela, e viu Landa dar-lhe uma preciosa ajuda, mostrando assim que as coisas na Sky estarão certamente pacificadas.
O holandês Bauke Mollema, com um ataque cirúrgico a cerca de 30 km da meta, venceu a etapa, chegando sozinho a Le Puy-en-Velay.

ETAPA 14

O dia parecia inocente, mas os últimos metros da chegada a Rodez reservaram-nos um verdadeiro golpe de teatro.
Ninguém esperaria mudança de líder nesta etapa. Uma (inexplicável) má colocação de Fábio Aru na abordagem à subida final (que nem sequer estava categorizada, mas tinha a sua dureza) fê-lo perder 25 preciosos segundos, e vestiu Froome novamente de amarelo.
A vitória na etapa ficou para Michael Matthews, que levou a melhor num duelo fantástico com o campeão olímpico Greg Van Avermat.
Mais um dia de grande espectáculo, naquela que está a ser, indiscutivelmente, uma das melhores Voltas a França dos últimos anos.

ETAPA 13

Numa etapa canhão, com apenas 100 km e 3 contagens de montanha de 1ª categoria, tivemos, uma vez mais, um espectáculo de grande nível.
Primeiro Contador, que levou consigo Landa. Depois Quintana. Mais Barguil. Os quatro distanciaram-se e chegaram juntos à meta. Se o espanhol e o colombiano estavam muito longe na geral, e o francês queria as montanhas e a etapa, já Landa colocava-se claramente na luta pela amarela – abrindo assim uma segunda frente da Sky.
A vantagem chegou a ultrapassar os dois minutos e meio, o que punha o basco a bater à porta do primeiro lugar. Estranhamente, em certos momentos foi o próprio Froome a mover e perseguição.
O britânico, juntamente com Aru, Uran e Bardet, acabariam por chegar a 1,48, minimizando perdas. A amarela manteve-se no corpo do italiano. Mas Landa deixou um forte sinal de que quer mais do que ser um mero escudeiro do tri-campeão.
Quintana, com o tempo ganho, também se recoloca na luta.

14.7.17

ETAPA 12

Valeu a pena esperar várias horas, e acompanhar mais de duas centenas de quilómetros, para desfrutar dos últimos e fantásticos 500 metros da etapa 12.
Já com Quintana e Contador fora das contas, e quando o grupo de favoritos ameaçava chegar colado, com Froome e a Sky a manterem o controlo absoluto da situação, eis que um ataque de Fábio Aru pôs tudo de pernas para o ar. Só Bardet reagiu – contra-atacando e vencendo a etapa. Uran também conseguiu resistir. O britânico ficou para trás, perdendo mais de vinte segundos naquele que tanto pode ter sido um instante menos conseguido, como eventualmente até um momento histórico: na verdade, nunca, numa estrada do Tour, Froome tinha sido derrotado de forma assim tão clamorosa.  Feitas as contas, Aru vestiu de amarelo.
Além dos segundos perdidos pelo líder da Sky – que numa prova com este traçado podem ser determinantes -, o que ficou na retina foi a dificuldade em acompanhar a frescura física da jovem dupla franco-italiana. Uma equipa forte é importante, mas não é tudo.
Ainda há três etapas de montanha. E falta o contra-relógio final, onde Froome teoricamente tem vantagem. Está tudo em aberto, mas o que vimos nesta etapa nunca havíamos visto antes.   

13.7.17

ETAPA 11

Quando, a poucos quilómetros do final da etapa, o excelente contra-relogista Maciej Bodnar caminhava sozinho rumo à meta, com 40 segundos de vantagem, sem que qualquer equipa se decidisse a organizar uma perseguição feroz, parecia que uma fuga iria enfim vingar, e que Kittel iria enfim ser derrotado.
Nada disso. O polaco acabou por ceder nos metros finais, e uma vez mais vindo de longe, o alemão (uma vez mais com pouca ajuda para além de Sabatini) ainda chegou a tempo de conquistar a sua 5ª vitória – desta feita com Groenewegen por perto.
Kittel está a realizar um Tour fantástico, e caminha para a história. Mas também há que dizer que Cavendish, Sagan e Demare já se foram, e que Greipel dá mostras de estar bastante longe do seu melhor. Sem culpa disso, o camisola verde vai coleccionando vitórias, e, com o que ainda falta percorrer, pode bater recordes.

12.7.17

ETAPA 10

Impressionante!
A facilidade com que Marcel Kittel deixou para trás toda a concorrência na chegada a Bergerac mostrou bem quem manda na Volta a França em matéria de velocidade. O sprinter germânico (a quem a camisola verde assenta bem) é sem dúvida o melhor, ficando a dúvida sobre o que poderia ser hoje a sua colecção de triunfos se não tem falhado dois Tours (um deles por ausência, outro por manifesta má forma): provavelmente neste momento teríamos alguém na calha de Merckx e Cavendish.
Após a etapa estive a ver alguns vídeos antigos de Mario Cipollini. Os tempos eram outros, mas encontrei bastantes semelhanças. Dois monstros!

10.7.17

CLASSIFICAÇÃO GERAL AO 1º DIA DE DESCANSO

1º FROOME
2º Aru a 0,18
3º Bardet a 0,51
4º Uran a 0,55
5º Fuglsang a 1,37
6º Martin a 1,44
7º Yates a 2,02
8º Quintana a 2,13
9º Landa a 3,06
10º Bennett a 3,53
11º Meintjes a 5,00
12º Contador a 5,15

ETAPA 9

Que espectáculo!!!
A grande etapa de montanha desta primeira semana não desiludiu. É verdade que os três da frente (e agora maiores candidatos à vitória) chegaram juntos, mas antes aconteceu um pouco de tudo.
Geraint Thomas cedo caiu, deixando a segunda posição da geral, e deixando, sobretudo, Froome sem o seu principal escudeiro. Mas foi a subida para o Mont du Chat, a pouco mais de vinte quilómetros da meta, que fez a maior selecção.
Contador foi o primeiro a ceder, ficando totalmente fora da discussão deste Tour (e deixando sinais de fim de ciclo). Seguiu-se Quintana (embora controlasse as perdas, mantendo-se no top 10). E logo depois, na descida, Richie Porte, com uma queda bastante aparatosa, que o deixou muito mal tratado, foi forçado a abandonar. Na mesma queda, também Daniel Martin se atrasou.
Entretanto, um problema mecânico com Froome lançou a confusão no grupo principal, com Aru sorrateiramente a aproveitar para atacar, sem que os restantes se mostrassem dispostos a ofender o “chefe”.
Bardet escapou-se do já reduzido grupo que resistiu, mas perto da meta foi apanhado por Froome e companhia. Em mais um sprint milimétrico, Uran levou a melhor sobre um combativo Barguil (que chegou a festejar).
Na luta pela geral, tudo parece reduzido a três nomes: Froome (que, com isto tudo, ainda ganhou uns segunditos de bonificação), Aru e Bardet. Um revigorado Uran está à espreita, ameaçando o pódio.

ETAPA 8

Uma bela etapa, cheia de movimentações, permitiu ao jovem francês Lilian Calmejane a sua primeira vitória.
Houve de tudo: vimos a Sky ameaçada logo de início, vimos vários grupos a formarem-se e a desfazerem-se à medida que os quilómetros iam avançando, e no final, o drama de Calmejane – que com um ataque de cãibras, teve de penar para aguentar a ponta final, e a pressão que Robert Gesink lhe movia.
Mau grado tudo o que sucedeu, os favoritos chegaram juntos, pelo que a geral não sofreu alterações significativas.

ETAPA 7

Mesmo depois de várias repetições, vistas de vários ângulos, não consigo ter a certeza de que Marcel Kittel tenha ganho esta etapa.
Não me recordo de sprint tão apertado nos últimos tempos, mas o que fica nos registos é apenas mais uma vitória do germânico (a terceira), que faz dele o homem em maior destaque na primeira semana de prova.
Edvald Boassen Hagen (o outro) não ganhava uma etapa desde 2011. E continuou sem ganhar, apesar de todas as dúvidas. Saúde-se, porém, o seu regresso aos momentos de decisão.

7.7.17

ETAPA 6

Ao longo dos últimos anos, as etapas planas das grandes voltas têm vindo a tornar-se extremamente repetitivas. Uma fuga de dois ou três elementos, muitos quilómetros de sono, para, na aproximação à meta final, as equipas dos velocistas por fim acelerarem, apanharem os fugitivos, e prepararem o sprint.
Esta 6ª etapa não escapou à regra, e no ciclismo actual dificilmente alguma escapará. Para o fã, restam as paisagens ao longo do percurso, e os últimos metros de alta intensidade. Em termos desportivos, só desses fará sentido falar.
Na meta, Kittel demonstrou uma vez mais ser o melhor sprinter do mundo da actualidade. Quando está bem, o alemão é insuperável – mesmo nos momentos em que a sua equipa parece falhar. E sem Sagan, é um sério candidato à camisola verde.

6.7.17

ETAPA 5

Na primeira subida a sério deste Tour, Fábio Aru foi o nome em destaque, vencendo a etapa com grande classe, e mostrando que talvez seja um nome a ter em conta na luta contra Froome pela glória final.
O campeão italiano desferiu um ataque mortífero já em plena ascensão, ao qual nem a poderosa Sky (até então completamente dominante) foi capaz de responder. Aru voou para a meta, triunfando na etapa, e colocando-se em 3º lugar da classificação geral, logo atrás de Froome e Thomas.
O britânico tri-campeão do Tour conquistou a camisola amarela, e, embora não tenha sido suficientemente forte para acompanhar Fábio Aru até La Planche des Belles Filles, mostrou que está bem, e recomenda-se. Chegou em 3º lugar da etapa, e ganhou tempo a homens como Quintana, Contador, Porte e Bardet.
Quintana e Contador foram as duas maiores desilusões do dia, deixando sérias dúvidas sobre os respectivos momentos de forma, e sobre a possibilidade de virem mesmo a discutir esta Volta.

5.7.17

ETAPA 4

Ao quarto dia estalou a polémica. Sagan desclassificado, na sequência de uma queda que colocou fora também Cavendish. Ou seja, dois dos principais candidatos a abrilhantar esta primeira semana de prova.
A decisão tomada foi dura, mas compreende-se. Na verdade, mesmo tratando-se de uma atitude irreflectida, ou impulsiva, Sagan causou a queda do seu adversário – que acabou por ter consequências graves. A organização pretendeu, talvez, dar um sinal para futuro, e também mostrar que não olha a nomes na hora de aplicar os regulamentos.
Sem culpa nenhuma, Demare ganhou. Mas o que fica desta pobre etapa é a saída de cena de dois grandes actores do ciclismo internacional.

ETAPA 3

O perfil da etapa apresentava muitas pequenas subidas, ao jeito daquilo que a ASO parece pretender para reforçar a espectacularidade da prova. Se o objectivo era tornar a etapa interessante, pode dizer-se que em parte tal foi conseguido. Se era criar desde logo diferenças na geral, a resposta terá de ser negativa – o que não pode deixar de trazer, desde já, uma pontinha de preocupação face ao traçado desta edição da Volta a França.
Seja como for, esta etapa estava destinada a um “classista”, e ninguém melhor do que Peter Sagan para interpretar esse papel. O eslovaco bateu tudo e todos, vencendo com a categoria que o caracteriza.

ETAPA 2

Na primeira etapa em linha, Marcel Kittel foi o mais forte, demonstrando que este poderá ser mais um ano-sim na luta pelo reinado da velocidade.
Mesmo ficando sem o seu comboio, o sprinter germânico venceu com uma boa margem todos os seus adversários, entre os quais se contava Mark Cavendish, aparentemente recuperado do longo período de ausência a que foi forçado.
Destaque também para o segundo lugar de Arnaud Demare.

ETAPA 1

Poucos apostariam em Geraint Thomas para triunfar no contra-relógio de Dusseldorf, e entrar no Tour de amarelo. Sem ser um contra-relogista puro, o galês fez uma prova excepcional, superando toda a cotada concorrência, onde se incluía, por exemplo, o campeão do mundo Tony Martin.
Foi também a primeira manifestação de força da Sky, colocando vários homens no top 10, e lançando Froome na liderança entre o lote de favoritos à geral final.
O azarado do dia foi Valverde, que ao fim de poucos quilómetros teve de dizer adeus ao Tour, com uma queda muito feia, originada pela chuva e consequente piso molhado. Uma lástima, tendo em conta a época fabulosa que o murciano vinha a fazer.

3.7.17

TOUR DE FRANCE 2017

MAPA


EQUIPAS


ETAPAS

PALMARÉS


RECORDAR 2016

A NOSSA APOSTA:

Geral: 1º Froome, 2º Quintana, 3º Contador
Pontos: Sagan
Mais Etapas: Kittel
Montanha: Chaves

12.6.17

TRIUNFO MERECIDO

Com uma carreira ascendente nos últimos dois anos, o holandês Tom Dumoulin já merecia conquistar algo importante. Não fez a coisa por menos: ganhou o Giro.
Ganhou com justiça, uma prova que teve bem mais qualidade do que a edição anterior.
A desilusão foi Nairo Quintana, que se mostrou sempre incapaz de deferir ataques quando houve oportunidade para o fazer.
Destaque também para Fernando Gaviria, que venceu 4 etapas, e para o nosso Rui Costa, que tentou, tentou, tentou, sem que infelizmente alcançasse a etapa que merecia.

4.5.17

AÍ ESTÁ O GIRO CENTENÁRIO




 PERCURSO

EQUIPAS

FAVORITOS (Nibali e Quintana)


Outros nomes: Yates, Van Garderen, Jungels, Zakarin, Pozzovivo, Ktuijswijk, Landa, Thomas, Dumoulin, Kelderman, Mollema, Amador, Rolland, Costa, Vandenbroeck, Barta etc

HISTÓRIA


LENDAS (Merckx, Coppi e Binda, 5 triunfos)













RECORDAR 2016




RESULTADOS 2017- actualização


11.4.17

ARDENAS - últimos anos



PROVAS DE UM DIA - os Reis são todos belgas

EDDY MERCKX (Bélgica) 34 vitórias

 TOM BOONEN (Bélgica) 25 vitórias

 RICK VAN LOOY (Bélgica) 22 vitórias

JOHAN MUSEEUW (Bélgica) 21 vitórias

 ROGER DE VLAEMINCK (Bélgica) 21 vitórias

PROVAS CONTADAS: Olimpíadas, Mundiais, Europeus, San Remo, Flandres, Roubaix, Liége, Lombardia, Amstel, Fleche, Wevelgen, Harelbeke, Dwars, Schelderprijs, Omloop, Sparkassen, Paris-Tours, Montreal, Quebec, Strada Biancha, Plouay, Ports, London, Kuurne, Binche, Barbantse, Vatenfall, Turim e San Sebastien.

10.4.17

VAN AVERMAT - o primeiro "Monumento"

Numa corrida cheia de peripécias, onde quase todos os favoritos tiveram os seus azares, Van Avermat acabou por lograr a vitória, batendo ao sprint Zdenek Stybar e Sebastien Langeveld - seus companheiros de fuga na ponta final da prova.
O campeão olímpico consegue assim o primeiro "Monumento" da sua carreira, algo que já merecia há muito.
A prova marcou também a despedida de um outro belga. Tom Boonen deixa um rasto de vitórias impressionante, que o coloca na história ao lado dos nomes maiores do ciclismo internacional.
A desilusão do dia acabou por ser Peter Sagan, que furou num momento crucial, e depois não teve possibilidade de recuperar, ficando num modestíssimo 38º lugar. A época não está a sorrir-lhe...


Vencedores de "Monumentos" em actividade em equipas do World Tour:


6.4.17

PARIS ROUBAIX 2017 - O Inferno do Norte



EQUIPAS

PALMARÉS


FAVORITOS 

Peter Sagan

Greg Van Avermat


Tom Boonen




RECORDAR 2016 (últimos 20 kms)